quinta-feira, 29 de dezembro de 2011

Quanto tempo...

Lembro-me da minha adolescência. Muito chata. Não fazia nada a não ser procurar respostas. Quantos livros de autoajuda li. Quantas vezes chorei. Quantas noites em claro. Quantas decepções. Quanta tristeza. Até que um dia resolvi fazer perguntas ao Senhor. E quantas delas Ele me respondeu. Agradeço-o. A primeira coisa que fiz foi acreditar que Deus existe e que a Bíblia é a sua imutável palavra. Que tudo que ali está escrito é verdadeiro e que se cumprirá. A essa atitude chamo fé. Fé é acreditar em algo ou em algumas coisa. E não tem como fingir, todos nós acreditamos em alguma coisa. Caso contrário não estaríamos vivos. Quando alguém perde a fé, a esperança, se torna complentamente vazio, sem graça, morto. Eu decidir acreditar em Deus e em sua palavra e não me arrependi.
A minha filosofia de vida mudou. Eu não sou mais um fim em mim mesmo. A minha vida começa em Deus e é Ele a minha finalidade. Ele que é o princípio e o fim e não eu. 
"Pois tudo, absolutamente tudo, nos céus e na terra, visível e invisível (...) todas as coisas começaram nele e nele encontram seu propósito". Col. 1.16.
"Pois d'Ele,por Ele, para Ele são todas as coisas"
Se queremos respostas para nossas indagações, então devemos perguntar àquele que nos fez. Ele certamente saberá por que nos enviou a este mundo, bem como qual a nossa missão.





Alcançando a plenitude

Ser feliz vai além de alcançar um objetivo na vida. Por exemplo, se quero constituir família e contituo, certamente fico contente por isso. Mas isso não me garante que eu seja feliz em todo o restante da minha vida. Como vimos, ser feliz é ser pleno. Outros chamam de paz interior, paz de espírito. E isso não acontece, ou seja, é alcançado com uma realização apenas. Dá-se quando compreendemos e entendemos a razão de ser.
Quando entendo o porquê estou no mundo, quem eu sou, aonde quero chegar, qual é a minha missão então estou no caminho certo para a felicidade. Você já tem as respostas para essas perguntas?

"Conhece-te a ti mesmo"

Em uma passagem do livro A Política, Platão fala um homem chamado Sócrates. Sócrates, considerado o pai da filosofia, foi a um templo na cidade de Atenas em busca da sabedoria e conhecimento. Esse templo era dedicado a um deus pagão chamado Apolo. Quando chegou lá, viu sobre o portal de entrada a seguinte mensagem: "Conhece-te a ti mesmo". 
Desde então, a filosofia tem buscado uma fórmula para tornar o homem mais feliz. Só que sempre parte da mesma perspectiva: o homem. O homem, segundo a filosofia, é um fim em si mesmo. O princípio e o fim.
Daí toda uma sorte de publicações  que varrem as prateleiras de livrarias. Livros e mais livros de autoajuda. O que é autoajuda? É a ação de ajudar-se a si mesmo tendo como base o próprio conhecimento. Mas o pior é que sempre estamos vazios, sem nada, tristes mesmo tendo tão vasto conhecimento em como ser feliz, a fórmula para o sucesso e outras parnafernálias que nos oferecem diariamente.
Acho que Platão errou. E assim como ele, todos os outros que tentaram explicar a vida tendo como ponto de partida o próprio homem.

O que é felicidade?

Há tempos, filósofos, estudioso e as pessoas em geral têm buscado uma fórmula para a felicidade. A ciência trabalha para proporcionar a felicidade do ser humano. Os governos democráticos estão sempre querendo encontrar um modo de satisfazer as necessidades dos súditos de seus países afim de proporcionar a sua felicidade. Em resumo, o homem, desde sempre, procura a felicidade. Mas o que é felicidade?
Segundo o dicionário Aurélio, felicidade é sinônimo de sucesso, de realização. Se dá quando é alcançado um objetivo. Mas não é só isso. Essa felicidade (alcançar um mero objetivo) pode ser passageira. A verdadeira felicidade acontece quando nos tornamos pessoas plenas, quando alcançamos a plenitude. Ser pleno é ser completo, é ser cheio. Ao contrário, fazio, sem graça, triste.
Gandhi uma fez falou algo muito importante: "Ser feliz é quando o que você pensa, o que você fala e o que você faz estão em harmonia". Concordo plenamente com Gandhi. Se não for assim, estaremos o tempo todo em conflito com nós mesmos. E para que esta harmonia seja alcançada é preciso algo muito importante: "Conhecimento". Lembre-se sempre que o vento só será a favor daqueles que sabem para aonde estão indo.